quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A Chave.

Reiniciasse a procura....

Por certo devo tê-la deixado num lugar óbvio.

Mas que lugar era óbvio mesmo???

Procuro no porta-chaves....sem sucesso!

Olho na mesa, escrivaninha, acima da geladeira, sobre o sofá, abaixo dele, mas a miserável da chave teima em se manter oculta.
Onde posso tê-la deixado?
Olhos nos bolsos da calça que usei ontem, e que não por acaso, encontra-se no cesto de roupa suja, esperando que num lapso de boa vontade, eu a coloque na máquina para ser lavada....

Vã ilusão...Nem a chave e menos ainda a vontade de lavar roupas.

Preciso sair, mas como? Sem a chave?

Cruel opressora que insiste em manter-me no cárcere do meu lar.

Olho desacreditando, mas olho bem para minhas mãos, sei que não sou o único que procurou por objetos que estavam em suas mãos, todos já devem ter feito isso, ao menos uma vez na vida, não era o caso, novamente fracasso em minha busca.

Já um tanto quanto irritado e sem paciência para esse jogo que gato e rato estabelecido entre mim e essa maldita chave, resolvo sair.
Que se dane!

Na volta, chamo um chaveiro e aproveito para fazer 10 cópias dessa maldita.
Risos

Deste modo, sei que por um bom tempo, não voltarei a me preocupar com tamanha bobagem.
Azar, lá se irão uns 80,00 reais com o maldito chaveiro, mas ao menos, termino com meu suplicio agora.

Decidido, vou sair e nada irá me deter, vou em direção a porta, abro-a, e qual tamanha não é a minha surpresa quando encontro pendurada pelo lado de fora da fechadura, minha chave perdida.

Abrindo os Trabalhos....


Creio que este é uma título adequado ao que pretendo fazer nessa postagem.
Pois bem, eu há muito venho com a ideia de escrever coisas a meu respeito, devo admitir que tenho muito o que aprender, principalmente, se levarmos em consideração que tenho grande dificuldade de sentar o bumbum na cadeira e escrever, mas creio que escrever este blog, será no minimo um exercício interessante. Sou sem dúvida nenhuma uma pessoa muito ativa, com nuances de fases Hibernantes.
Atualmente trabalho com o que amo, sim eu amo o que faço, e isso faz de mim uma pessoa que se considera feliz no aspecto profissional.
Com relação aos outros quesitos de minha vida, creio que ainda tenho muito o que trabalhar, se me permitem o trocadilho, para estar realizada.
Falo terapia e isso me ajuda.
Converso com pessoas interessantes e isso me ajuda mais ainda.
Vejo minha vida como uma imensa possibilidade de caminhos, e neste exato momento eu sei onde estou, mas não sei para onde quero ir.
Pretendo ao longo das escritas e reflexões decidir para onde ir, e o que fazer para chegar lá.
bom por hoje creio que seja isso, ao poucos novas coisas virão.